Sobre

“Preciso despir-me do que aprendi.
Desencaixotar minhas emoções verdadeiras.
Desembrulhar-me e ser eu!
Uma aprendizagem de desaprendizagem”

Alberto Caeiro

Desde criança sempre fui reservada e muitas vezes no meio das pessoas me sentia uma estranha no ninho e não gostava muito de conversar preferia ficar no meu mundo particular. Desde adolescente tive como meus melhores aliados e cúmplices o papel e a caneta. Expressava tudo que sentia e o melhor de tudo é que não precisava argumentar e nem escutar o que não queria.

O que começou como uma “válvula de escape” ao longo dos anos transformou-se em algo prazeroso e passei a escrever sobre quase todos os acontecimentos do meu dia a dia.
Nunca tive pretensão de tornar publico até o dia em que li o livro “Roube como um Artista”, de Austin Kleon, que minha filha me emprestou. A partir daí comecei a me sentir motivada a compartilhar situações vividas por mim e que muitas vezes são vividas por outras pessoas que também já se sentiram ou ainda se sentem um estranho no ninho.
Nunca estamos sós, e estranhos somos todos nós.

E assim nasceu Rasgando o Ventre, onde me desnudo e exponho meu ponto de vista sobre várias coisas, brinco com as palavras me divirto e me curo rompendo barreiras renascendo e me abrindo para o mundo sem vergonha do meu eu.

Sou Maria Olga tenho 51 anos de alegria, determinação, realização, conflito, dor, frustração, mas acima de tudo de muita vida.